A importância de ouvir, falar e amar!

31/08/2016
A importância de ouvir, falar e amar!

Sendo este o meu primeiro texto no blog, quero que o seja tão especial para si quanto o é para mim.

Desde sempre, procurei uma metáfora que integrasse uma abordagem ampla do significado das palavras CONHECER-SE A SI MESMO. Algo que tivesse um forte impacto interno e diferente do habitual exemplo dado da cebola, que vai-se tirando camada por camada e adquirindo o conhecimento de si mesmo. Mas reparem que ao terminar não resta nada e isto não me fazia sentido algum. Curiosamente, com o passar do tempo outras palavras foram adquirindo um especial destaque, ocupando posições bem vincadas em muitos momentos bem particulares da minha vida. Palavras cuja ressonância provocou em mim, um estonteante balançar entre o ouvir, falar e amar.

Desse confronto, que, por sinal não me deu tréguas, nasceu a grande oportunidade de aprender sob a mestria impregnada nas palavras: flexibilidade, persistência, conexão, autenticidade, equilíbrio, concretização, missão, amor, liberdade, felicidade, consistência, objetividade, fé e acreditar. E sei, que muitas outras aguardam a sua vez. Desta forma, breve e muito subtil, tentei transmitir-vos que o caminho apesar de parecer diferente, afinal todos se cruzam com estas mesmas palavras mas em cenários distintos. Para entendermos a importância de ouvir, falar e amar inevitavelmente todos tropeçamos nas mesmas silabas que formam palavras, cujo significado depende da perceção de cada um, de uma mesma realidade.

E quer tenhamos esse entendimento ou não, teimamos em reiniciar vezes e vezes sem conta as mesmas coisas, situações, acontecimentos…logo voltamos ao ponto de partida, mesmo não sendo o mesmo! E eu não fugo à regra. Lembrem-se como iniciei este texto, dizendo procurar uma tal metáfora! Quando deixei de procurar ela literalmente esbarrou em mim, porque alguém também já a tinha procurado.

Aqui vai, e se fizer sentido a mais alguém já serviu o seu propósito
Stephen Paul Adler diz:

”Vejo o conhecer a si mesmo como uma rosa, começando com o broto e aos poucos vai crescendo e expandindo. Abrindo e desabrochando. E no final, as pétalas vão caindo uma por uma e é claro que bem no final, a rosa se foi mas não o fruto da roseira, aquilo que detém todo o potencial e que constitui a semente para a próxima geração.”